Segundo a gerente administrativa do Conselho Regional de farmácia do Estado, Nirvana Monteiro, a ilegalidade ainda é um grande desafio.
Interior
Ela explica que os estabelecimentos considerados ilegais são aqueles que não estão cadastrados no CRF-CE e na Anvisa. Já os irregulares funcionam sem farmacêuticos e vendem produtos e medicamentos proibidos. A pior situação, segundo ela, é encontrada nos municípios do Interior do Estado.
"Durante a inspeção, encontramos farmácias vendendo bebidas alcoólicas, remédios vencidos e até proibidos. Além disso, a ausência de cadastro junto ao conselho e, por consequência, a falta do profissional farmacêutico nos estabelecimentos pode gerar complicações sérias para a saúde do cidadão", ressalta.
O chefe do serviço de fiscalização do CRF-CE , Artur Cavalcante Filho, ressalta que os maiores flagrantes ocorrem no Interior do Estado pelo fato de o comerciante imaginar que não há um fiscalização ostensiva. Contudo, conforme ele, há alguns anos, essa realidade mudou, pois uma equipe viaja durante o ano inteiro para todos os municípios do Ceará com o objetivo de reverter o quadro da ilegalidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
ESCREVA AQUI SEU COMENTÁRIO